Liliane Brito

Sita e Rama, um caso de amor atávico

 

 

Ele habita no mundo, a tudo envolvendo - em toda parte, suas mãos e seus pés, presentes em todos os lados, seus olhos e seus ouvidos, suas bocas e suas cabeças. 

 

Luzindo em todas as faculdades dos sentidos e, todavia, transcendendo os sentidos, sem apego (à criaçao) e, todavia, o esteio de tudo, livre dos gunas (modos da natureza) e, todavia, aquele que deles desfruta. 

 

Ele está dentro e fora de tudo que existe, do que é animado e do que é inanimado.

 

 

Próximo está, e também longe, imperceptível em sua sutileza.

 

Ele, o indivisível, aparece como seres incontáveis, ele mantém e destrói essas formas e, então, as recria.

 

A luz de todas as luzes, para além das trevas, o próprio conhecimento, aquilo que é preciso conhecer, a meta de todo aprendizado, ele se assenta nos corações de todos. 

(Bhagavad Gita XIII:13-17)

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